Por que alunos brasileiros estão indo fazer Medicina no Paraguai? | UASS-PJC

Qualidade do ensino, infraestrutura de 1º mundo e um preço justo são os principais motivos apontados pelos alunos

Entrar para o curso de Medicina costuma ser um sonho de muitos brasileiros. Ajudar pessoas, abrir o próprio consultório ou conquistar uma das vagas bem remuneradas do mercado de trabalho podem ser só alguns dos estímulos.


O ingresso facilitado, as mensalidades acessíveis, o custo de vida baixo e a presença de instituições nas regiões de fronteira são os principais atrativos para aqueles que buscam alternativas à altíssima concorrência dos vestibulares no Brasil.



Segundo os registros da Embaixada e dos consulados no Paraguai, a cidade de Pedro Juan Caballero, divisa com Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, recebe muitos imigrantes. Em 2017, por exemplo, eram 30 mil brasileiros, um salto de 145,9% em relação a 2016, quando o número era de 12.200.


Como é morar no Paraguai?

Aprenda o idioma local e se encante com a cultura guarani, conheça os parques nacionais e a culinária deliciosa. O Paraguai é um destino cheio de atrativos e também uma ótima opção para fazer compras.


​A moeda comercializada no país é o guarani e tem um custo de vida consideravelmente baixo e o povo Paraguaio é muito receptivo e acostumado a receber bem os visitantes brasileiros.


Uma característica única em Pedro Juan Caballero/PY é a fronteira seca com Ponta Porã/MS. Ambas são cidades vizinhas divididas apenas por uma rua. As cidades vivem em sintonia e não é necessário passar por nenhum posto policial ou coisas do gênero, ao andar a pé ou de carro você poderá entrar no outro país como se tivesse atravessando qualquer cruzamento na sua cidade.



Posso morar no Brasil e estudar medicina no Paraguai?

Tanto em Pedro Juan Caballero/PY quanto em Ponta Porã/BR existem diversas opções de moradias como pensionatos, repúblicas, hotéis, apartamentos e casas. A escolha fica a seu critério.


Ensino completo

Vale lembrar que no Paraguai, a faculdade é oferecida de maneira integral, ou seja, manhã e tarde. Após os seis anos, quem se forma no país vizinho pode atuar livremente na área. Já para trabalhar no Brasil é necessário passar pelo processo de revalidação do diploma, garantindo a liberação profissional no território brasileiro.


Algumas instituições de ensino têm histórico de aprovações no Revalida, como é o caso da Universidade Autônoma de San Sebastian (UASS-PJC) , localizada em Pedro Juan Caballero (Paraguai).


Além do exame brasileiro, há a disponibilidade de editais independentes realizados por universidades que não aderiram ao Revalida, possuindo critérios próprios. Caso nenhuma das opções esteja ao alcance, o profissional ainda pode se candidatar ao Programa Mais Médicos, onde não é exigida a revalidação, sendo necessário apenas um curso de integração. O registro no Conselho Federal de Medicina é provisório e vale só para atuar dentro do Programa durante três anos.



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